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Belém recebe o Fórum Mundial de Bioeconomia

Belém recebe o Fórum Mundial de Bioeconomia

A capital paraense foi escolhida para sediar o evento por se a porta de entrada para a Amazônia.

Data: 20/10/2021

Pela primeira vez fora da Europa, o Fórum Mundial de Bioeconomia (WCBEF) acontece até quarta-feira (20) em Belém, no Galpão 3 da Estação das Docas. O evento contou com a presença do governador Helder Barbalho e dos governadores e representantes dos estados que compõem a Amazônia Legal (Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins), além de especialistas, estudiosos, autoridades do setor e do presidente da Fundação Amazônia de Amparo a Estudo e Pesquisa, Marcel Botelho.

O FMB se tornou itinerante para adequar seus debates às características típicas de cada região do planeta, com o intuito de propor modelos de produção sustentável adequados a cada realidade local e para dar voz a pesquisadores e os povos da floresta. O evento trouxe quatro eixos temáticos: “A Bioeconomia: Pessoas, Políticas do Planeta”, “Líderes globais e o mundo financeiro”, “Bioprodutos ao nosso redor” e “Olhando para o futuro”.

O conceito de bioeconomia reúne diferentes visões e abrangências, que influenciam o investimento e políticas públicas que podem, efetivamente, gerar renda e desenvolvimento sustentável, de acordo com a realidade da Amazônia

Na capital paraense, o fórum chega em um momento oportuno. Hoje o Pará demonstra um novo fôlego em termos de políticas socioambientais, que credenciam o segundo maior Estado da Federação a assumir uma posição de liderança no combate a degradação dos recursos naturais e efeitos das mudanças climáticas, sempre colocando a população no centro do debate da sociobiodiversidade.

Segundo o governador Helder Barbalho, o Pará avança para desenvolver um modelo próprio de bioeconomia, que terá como base ciência, tecnologia e informação. “O compromisso do Estado do Pará com o desenvolvimento socioeconômico de baixo carbono traz consigo uma mudança de paradigmas de produção, com a valorização da economia florestal e promoção da produção sustentável. Nosso modelo de desenvolvimento socioeconômico de baixo carbono, ancorado no Amazônia Agora, busca encetar políticas públicas por meio de incentivos à conservação e à valorização ambiental”, frisou.

 

 

Texto: Rosane Linhares

Foto: Alex Ribeiro – Agência Pará

Rodrigo Pinheiro – Agência Pará

Nathiel Moraes - Fapespa

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